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26.1.08

Porto Praya - St. Jago - Cape de Verd Islands por Charles Darwin em 1832

Já tinha escrito sobre a Viagem do Beagle (ver posts relacionados nas etiquetas: expedições e Darwin). Como encontrei o livro em word na net fica o link e um pequeno excerto para despertar o interesse...
"The neighbourhood of Porto Praya, viewed from the sea, wears a desolate aspect. The volcanic fires of a past age, and the scorching heat of a tropical sun, have in most places rendered the soil unfit for vegetation. The country rises in successive steps of table-land, interspersed with some truncate conical hills, and the horizon is bounded by an irregular chain of more lofty mountains. The scene, as beheld through the hazy atmosphere of this climate, is one of great interest; if, indeed, a person, fresh from sea, and who has just walked, for the first time, in a grove of cocoa-nut trees, can be a judge of anything but his own happiness. The island would generally be considered as very uninteresting, but to any one accustomed only to an English landscape, the novel aspect of an utterly sterile land possesses a grandeur which more vegetation might spoil. A single green leaf can scarcely be discovered over wide tracts of the lava plains; yet flocks of goats, together with a few cows, contrive to exist."
O mais engraçado é que, passados 176 anos, as cabras e as vacas, para além de existirem, andam pelos lugares mais improváveis desta Menina do Atlântico. Adiante...
Num outro site, com as obras completas de Charles Darwin (digitalizadas e em word) encontrei o mapa acima - desenhado na mesma viagem - que revela o recorte do litoral e um pouco do interior de Santiago. É interessante constatar que o Monte Vermelho (actualmente minguando a olhos vistos) tem esse mesmo nome há muitos mais anos do que imaginava.

10.4.07

Ilha do Maio em 1887 e noutras eras.

Escala: 1:100000 - Publicação: 1887
Suporte:
papel - Tamanho: 46x33cm
Obs: clicar no título/link para ver melhor a imagem do mapa.
.
Procurando textos sobre a ilha do Maio para "ilustrar" a imagem do mapa, encontrei informações muito interessantes.

Em 1970 foi publicado o livro Geologia da Ilha de Maio (Cabo Verde) de autoria de António Serralheiro. O pequeno resumo que consta do catálogo online começa assim: "Na ilha de Maio as rochas sedimentares mais antigas ocupam grande área e datam, possivelmente, do Jurássico superior (...)". Já me tinham dito que as ilhas do Maio, Boavista e Sal eram as mais velhas do arquipélago, no entanto "em quase todas as ilhas de Cabo Verde existem formações sedimentares. Um dos primeiros cientistas que a eles se referiu foi DARWIN, aquando da viagem da BEAGLE, em 1833". Contudo "(...) as formações sedimentares mais antigas, existentes no arquipélago, de idade mesozóica, apenas se conhecem na ilha de Maio." - As duas últimas citações também são do mesmo autor e estão num outro livro.

7.1.07

Ribeira Grande por Darwin

"In the course of an hour we arrived at Ribeira Grande, and were surprised at the sight of a large ruined fort and cathedral. This little town, before its harbour was filled up, was the principal place in the island: it now presents a melancholy, but very picturesque appearance".
Charles Darwin (The Voyage of the Beagle, 1839)
Clicar no título/link para mais informação.

8.8.06

Descobrir

Não é falta de tempo não, é mais falta de vagar… Mesmo assim não quero deixar de partilhar os últimos sites que me têm entusiasmado! O primeiro é sobre a descoberta curiosa que Darwin fez, na ilha de Santiago, em 1832, logo no início da viagem de exploração que o levaria à volta do mundo, a bordo do H.M.S. Beagle. A jornada durou quatro anos, nove meses e cinco dias e alterou para sempre os horizontes da humanidade. Os outros três dão informações sobre os judeus que se estabeleceram nestas ilhas em duas ocasiões. A primeira vaga, os Cristãos Novos, chegou ao arquipélago pouco depois do seu achamento, entre 1460 e 1497. A segunda vaga, com origem de Marrocos, instalou-se entre 1850 e 1880. Por último a história da colocação dos cabos submarinos no atlântico norte e sul e o papel que a pequena estação telegráfica de “St Vincent” teve. Vale mesmo a pena descobrir…!