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22.4.08

Ain't No Sunshine...

Ouvi esta musica há uns poucos dias na tv. Depois de tanto decreto apeteceu-me...

... is a song by Bill Withers from his 1971 album Just As I Am. (...)

24.1.08

Cize e Kayah em "Embarcação"

21.12.07

What a Wonderful World by Louis Armstrong

Feliz Natal e Prospero 2008

7.12.07

A Grande Viagem

"Tem uma negona véia cantora lá da ilha de Cabo Verde, na África, que eu sou apaixonado! O nome dela é Cesaria Évora! A mulher canta no dialeto Crioulo, um português que não é português mas acaba sendo português, sabe? O mais estranho é que tu ouve e jura que tá sabendo o que ela tá cantando, quando não tá sabendo porra nenhuma. Eu até copiei um texto na internet escrito em crioulo, olha que viagem: "Kamaradas ku jintis ku na sukutanu, bô tardi. Bu kontinua na sukuta Radio Difusão Nacional di Republika di Giné-Bissau. Na studiu no tene uma ora mas trinta minutu. No na tchoma bos atenson pa prezentason di no noba di uma ora i trinta minutu di tardi na kriolu Mil novisentus oitenta i oitu anu di ristruturason i ifisiensia, tona kunpu kusa ku bali. No na kontinua ku aparelhu di stadu kunumeru di djintis ciu ku ka prisisadu, ku ta aumenta grava pesu di gastu ku salariu, ki ta punu no ka ta bin pudi paga salariu justu pas kilis ki na bardadi e ta tarbaja e ta pruduzi. Es i konbersa di General di Divison Jon Bernardu Vieira, Sekretariu Geral di PAIGC i Prezidenti di Konselhu di Stadu."
Agora, imagina isso cantado...baixa uma músia dela: "Nutridinha".
.
Que grande viagem... eh eh! Está em: As Mulatas de Jesus Cristo.

30.11.07

“Breves Apontamentos sobre as Formas Musicais existentes em Cabo Verde” por Margarida Brito

Queria chamar a atenção para este texto, de 1998, que pode ser lido em At-Tambur.com. Começa assim:
"Cabo Verde, ao longo da sua história, elaborou uma música tradicional de uma surpreendente vitalidade, recebendo, mesclando, transformando e recriando elementos de outras latitudes, que acabaram por dar origem a géneros fortemente caracterizados e enraizados no seu universo.
Os ritmos assim nascidos traduzem toda a idiossincrasia deste povo e constituem, antes de mais, verdadeiras crónicas vivas e expressivas da sua vida, como companheiros de trabalho, exprimindo a alegria, a nostalgia, a esperança, o amor, a jocosidade, o apego à terra, os problemas existenciais bem como a própria natureza.
É assim, que vamos encontrar muitos géneros vocais e instrumentais comuns a várias ilhas; outros próprios de uma só ilha, de duas ilhas vizinhas ou mesmo distantes; quase todos eles monódicos, às vezes em uníssono e a solo.
Nas ilhas agrícolas, nomeadamente St. Antão, S. Nicolau. S. Tiago, Fogo e Brava, onde o homem cuida da terra que lhe dá o pão para o seu sustento, decerto à custa de dificuldades várias, iremos encontrar as cantigas agrícolas umas vezes doloridas outras alegres. (...)"

O artigo completo pode ser lido aqui ou In “Os Instrumentos Musicais em Cabo Verde”, pp. 13 a 25, Ed. Centro Cultural Português / Praia – Mindelo

19.11.07

Poema


Ró-Rojinha perguntas porque não ponho nada de novo. É uma daquelas fases. O melhor é ficar parada para não deletar tudo. Mas olha... ando a ouvir esta musica. É linda. Presta atenção ao Poema. Bijin.

8.11.07

Outra vez "Perdão Emília"

Um dos posts mais visitados deste blog pelo pessoal do Brasil é o “Perdão Emília, Morna, Modinha ou Fado de Coimbra?” de 12 de Maio de 2006. As palavras chave utilizadas para chegar até ao texto são “Perdão Emília” e “Noivado do Sepulcro + Soares de Passos”. O post surgiu por acaso, fruto de uma - de muitas - "briga teimosa" que eu e o Senhor Loiojoais travamos e que nos levou a descobrir que a morna afinal nem é morna, podendo a letra bem mais antiga do que se pensa (1889) ou pelo menos as suas influências. Hoje estive a “re-sgrovetar” no assunto e coloquei outros dados: Perdão Emília foi a primeira modinha a ser gravada pela Casa Edison (Brasil) em 1902 e em 1906 ocupou o 13º lugar do Top 40 brasileiro. Falta-me apenas acrescentar a letra da versão que recentemente foi gravada por um cantor caboverdeano para actualizar o post do ano passado. Fica a sugestão de leitura, para quem estiver interessado e com tempo - uma vez que, penso eu, é o maior post que já publiquei.
Imagem: The Bride de Marc Chagall (pormenor) - daqui.

24.10.07

Sedução

Eu e ela concordamos… foi uma das cenas de sedução mais encantadores que já apreciamos. Ela ainda acrescentou que só faltou um holofote para tudo ser perfeito. Foi doce. Terno. Irreal. Havia duas pessoas adultas e o resto do mundo que se apagou. Acho que o tempo se deteve, envolvido que estava com a melodia da morna e todos nós ficamos, de certa forma, invisíveis. E ela e eu na deles… hipnotizadas. Se calhar alguém também nos observava enquanto guardávamos o momento. A conversa entre os dois demorou uns poucos minutos mas foi o leve bailado dos movimentos que manteve o nosso olhar preso. Houve um sorriso tímido, derretido… uma linguagem corporal sensual que parecia acompanhar a voz rouca do cantor. Arrepiou, na sala de espectáculos, o toque daquela mão no antebraço do outro e o brilho na face de quem se deixou enfeitiçar. Foi quando tive a impressão de estar a pairar que eu e ela nos entreolhamos. Sorrimos. Nós cá dentro observando. Eles lá fora se curtindo, descobrindo, cativando… Depois? Depois soltamos o fôlego e voltamos a prestar atenção ao show. Ela e eu testemunhamos a beleza do momento e concordamos - horas mais tarde, em conversa - que foi das cenas de sedução mais bonitas que presenciamos, pouco nos importanto que eles fossem do mesmo sexo, é que... para seduzir apenas é necessário génio e não géneros.

C’mád espero ter feito alguma justiça ;)

6.10.07

Recordar Travadinha em "Maria Barba"

De seu nome verdadeiro, António Vicente Lopes, o violinista Antoninho Travadinha foi um dos maiores músicos autodidactas de Cabo Verde, originário da ilha de Ilha de Santo Antão. Começou a tocar nos bailes populares quando tinha apenas nove anos, mas só alcançou a fama já nos seus quarenta anos, quando empreendeu uma tournée por Portugal. Para além do violino, Travadinha tocava também maravilhosamente bem viola (guitarra de 12 cordas), cavaquinho e violão. Travadinha interpretava géneros musicais tradicionais de Cabo Verde, tais como mornas e coladeiras. Faleceu em 1987 no auge da popularidade. Foi, sem qualquer dúvida, um dos mais talentosos violinistas (tocadores de rabeca) de Cabo Verde. Nasceu numa família de músicos. O seu pai também era violinista e os seus sete irmãos tocavam violão. Com que mais poderia brincar uma criança que com os instrumentos musicais que encontrava pela casa? Aos nove anos, e apesar do pai o proibir de tocar, ele já animava bailes locais com a sua rabeca. Devido à sua humilde condição social o seu reconhecimento não foi fácil: Travadinha teve que esperar até aos seus 40 anos para começar a tornar-se conhecido como músico, particularmente depois de, em 1981, ter realizado uma série de actuações em Portugal. Da wikipedia.org. "Entre 1981 e 1986, Travadinha deslocou-se duas vezes a Portugal, ocasiões em que gravou os seus dois discos existentes no mercado: o primeiro, ao vivo, resultante de um concerto no Hot Clube em 1982; o segundo, “Feiticeira de Cor Morena”, em 1986. Ambos produzidos pelo fotógrafo e investigador português João Freire. Em Novembro deste ano o violinista de Janela, Santo Antão, completaria 70 anos. Também este ano, completam-se duas décadas do seu falecimento." Na Semanaonline.

22.9.07

Ismael Lo - Tajabone

Lembras-te?

30.7.07

Elza Soares e Jorge Aragão


Para agitar esta Segunda Feira de chove não molha... Vamos lá!!

19.6.07

Cize cantando "Ausência" de Goran Bregovic


Algumas informações sobre o autor e a música aqui e aqui. Não ouvia esta musica há muito muito tempo... acho que vou fechar os olhos e sonhar. Ah! A letra pode ser lida aqui.