Em Minas Gerais, no Brasil, há um município que se chama Cabo Verde. O motivo? Reza uma das lendas que "povoadores vindos do Arquipélago de Cabo Verde (...) encontrando (...) pedras semelhantes às da terra natal, quiseram homenageá-la, colocando o seu nome no novo descoberto". Mais aqui.
29.1.07
21.1.07
O Tratado das Rainhas
A 3 de Julho de 1842 é assinado em Lisboa, pelos Plenipotenciários das Rainhas Dª Maria II de Portugal e Victoria do Reino Unido, o "Tratado para a completa abolição do Tráfico de Escravatura". Eram jovens na altura... tinham ambas 23 anos. Duas mulheres com um percurso de vida que merece ser descoberto. Começar por aqui e aqui. O documento que ilustra o post está na site do Arquivo Histórico Nacional.
17.1.07
"Compelling portrait of two former slaves."

7.1.07
Ribeira Grande por Darwin

Charles Darwin (The Voyage of the Beagle, 1839)
Clicar no título/link para mais informação.
Labels:
Darwin,
Expedições,
História,
Ilustrações Antigas,
Livros,
Ribeira Grande
2.1.07
E se plagiarmos sem saber?
A dúvida foi-me lançada por um amigo, a quem eu li o ultimo poema que "postei".
“- Gostaste?
- Sim, gostei… mas pareceu-me que já tinha lido algo parecido em qualquer lugar.
- Como???
- (silêncio indeciso de quem não sabe se diz ou não...)
- Como é possível? Eu escrevi isso ontem… Qual parte, diz? – insisti.
- … a parte dos sapatos vermelhos”.
Ainda pensei duas vezes antes de pôr o poema online, e, foi nessa sequência, que surgiu a ideia deste post. E se plagiamos sem querer, quero dizer, inconscientemente? E se vamos buscar ideias de textos ou palavras que já lemos e que ficam guardadas no nosso inconsciente até ao momento em
que as resgatamos, pensando que tivemos um ataque de inspiração súbita? Se a mente prega partidas até bem piores porque não essa?
Lembrei-me de um texto que tinha lido sobre o assunto e parti á procura na net. Não encontrei, mas encontrei esta frase em O Plágio Criativo: “Carlos Drummond de Andrade ensinava, ironicamente, que o desenvolvimento da originalidade possui algumas etapas, a primeira das quais é imitar os modelos clássicos, e a última... imitar-se a si mesmo até a morte!”. Há diversos tipos de plágio, segundo a pesquisa que fiz, o plágio que é feito de propósito e com má fé, o plágio consciente, inspirado em algo concreto e o plágio inconsciente. Existem ainda diversos subgrupos que não vou mencionar. Pessoalmente, não acredito que algum deles seja desculpável e até o auto-plágio é feio. Resumindo, originalidade é difícil e dá trabalho! O melhor a fazer, segundo um artigo que li, é desconfiar das inspirações súbitas. É um tema vasto que merece ser pesquisado. Fica o convite. Já agora... se por acaso tiverem algo a acrescentar ao tema ou ao poema do dia 31 de Dezembro de 2006, vou querer “ouvir”. Bom 2007, com ou sem sapatos vermelhos!
“- Gostaste?
- Sim, gostei… mas pareceu-me que já tinha lido algo parecido em qualquer lugar.
- Como???
- (silêncio indeciso de quem não sabe se diz ou não...)
- Como é possível? Eu escrevi isso ontem… Qual parte, diz? – insisti.
- … a parte dos sapatos vermelhos”.
Ainda pensei duas vezes antes de pôr o poema online, e, foi nessa sequência, que surgiu a ideia deste post. E se plagiamos sem querer, quero dizer, inconscientemente? E se vamos buscar ideias de textos ou palavras que já lemos e que ficam guardadas no nosso inconsciente até ao momento em

Lembrei-me de um texto que tinha lido sobre o assunto e parti á procura na net. Não encontrei, mas encontrei esta frase em O Plágio Criativo: “Carlos Drummond de Andrade ensinava, ironicamente, que o desenvolvimento da originalidade possui algumas etapas, a primeira das quais é imitar os modelos clássicos, e a última... imitar-se a si mesmo até a morte!”. Há diversos tipos de plágio, segundo a pesquisa que fiz, o plágio que é feito de propósito e com má fé, o plágio consciente, inspirado em algo concreto e o plágio inconsciente. Existem ainda diversos subgrupos que não vou mencionar. Pessoalmente, não acredito que algum deles seja desculpável e até o auto-plágio é feio. Resumindo, originalidade é difícil e dá trabalho! O melhor a fazer, segundo um artigo que li, é desconfiar das inspirações súbitas. É um tema vasto que merece ser pesquisado. Fica o convite. Já agora... se por acaso tiverem algo a acrescentar ao tema ou ao poema do dia 31 de Dezembro de 2006, vou querer “ouvir”. Bom 2007, com ou sem sapatos vermelhos!
Observações:
1. uma das coisas boas da escrita, é que ela nos ajuda a espantar os nossos proprios demónios (não é uma citação, é uma paráfrase a uma frase que a Dª F. B. me escreveu). Eu, depois do poema passei a noite de fim do ano em família! Afinal... para quê me acabar se já o tinha feito mentalmente?
Subscrever:
Mensagens (Atom)